Diana Pilatti
Os velhos causos me deixam grávida de idéias... sinto uma palavra florescer em mim...
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
À deriva
À deriva
Ondulo pelos versos-mares,
nesta seduzente maresia
Poetizo.
Sob o sol evapora
uma poesia morna de mar,
no infinito, um horizonte espreguiça.
O náufrago mergulha o olhar
no poente sem fim
(n)um suspiro, a esperança estrela no céu...
Um coração puído de amores,
náufrago em suas escolhas,
restou-lhe a salobra maresia-saudade.
Desfigurada, uma poesia navega
nas retinas pasmas do cibers-olhos-leitores...
- Ela choca, ela inquieta, ela poetrixca.
A língua se enrosca
nos lilases corais de teus versos:
- Sonatas-sereias.
Deixo uma doce ilusão me inebriar
rodopio nos teus versos, à deriva,
entreondula minha poesia.
16.01.2012
Putresia
Putresia
Os olhos saltam ao bizarro,
as bocas esbugalhadas pasmam ao novo,
o inesperado: um verso podre de lirismo.
* Imagem: Paulino Dias
Leituras
Haicai
é onde a língua desconversa.
- Parafraseando Roland Barthes.
Bom dia,
Neste último final de semana, li um livro entilulado Aula, de Rolando Barthes. A sugestão de leitura veio de um edital para um corcurso e me surpreendeu. Surpreendeu, pois a princípio me parecia mais "um daqueles livros teóricos insossos", porém, no decorrer da leitura, me vi mergulhada num mundo de sentidos e léxicos inebriantes. Essa leitura me inspirou a escrever e deixou aquele "quero mais". Sim, é um livro para se reler, reler e degustar lentamente.
Fica aqui então a dica para leitura.
Aula - Roland Barthes
sábado, 14 de janeiro de 2012
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Não-Mãe
Não-Mãe
Um grito de criança rasga a tarde,
bonecas pasmas
sangram infância...
O silêncio,
a lágrima,
a ameaça... Vida tão inocente passa...
Mão de mãe -
pune acusa silencia -
consagra na pele matrofobia.
Voz de mãe -
humilha denigre ameaça -
ressoa no peito melódica farsa.
No choro contido
o menino implora:
- Sentido da vida?
Da infância leva marcas:
Palmadas
- Aplausos às alegrias perdidas...
...
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Quases
Tercetos
e outros quases
Tecia versos inventados
Com o tempo
Fardos de si mesma
Chove no papel
Uma poesia fresca
Balsama esquecimento
E se é saudade
Quem saberia dizer
Tempo e eu metade
Essa lágrima calada
Unge Alma
Poesia Corpo
Papel
A ponta do dedo colhe
Uma gota de orvalho da alma em madrugadas
Na ponta do dedo notas
Perfume poetiza...
(Sim!)
Poetisa
Poetiza
Profecias de Silêncios...
19... 21 de dezembro de 2011
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Melodia
Numa rima desfez-se o pranto.
No reluzir da lira, o novo sorri
para as manhãs de domingo...
Lendo Ficou claro...
sábado, 6 de agosto de 2011
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