segunda-feira, 7 de agosto de 2017




A vida carece mesmo de rimas, porém acho que Amor é pandemônio. Os ipês por aqui se despe(de)m, mas aqui dentro é sempre outono... e que seja forte o vento, atiçando as lambidas de fogo. Eu nunca estou pronta, meu amigo, mas que comece o jogo!


Comentando: Já floriram os ipês, de Carlos Vilarinho 

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