segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Insônia



Insônia

Nem o sono quis me acompanhar nessa nesta noite.
Fico desenhando palavras entortecidas neste caderninho velho de solidão.
(O Tempo veio e pintou umas rugas de noite nele.)
Fico esperando que algo aconteça...
mas Nada acontece.

(Sinto saudade daquele poema que fiz pra você,
e você jogou fora...)

Então, decidi ir embora.
Peguei minhas palavras sem sentido,
coloquei na minha sacola e parti
rumo ao esquecimento.

Era uma longa jornada.
Mais tarde correram boatos que tive um poema pelo caminho...
Verdade.
Era uma pedra.
(esverdeando o amanhecer com musgos e cantigas de bentevis)

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